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Construção Civil: tecnologias e baixa em juros mantêm o ramo estável em 2020

No final de 2019 para 2020, as expectativas para o ramo da construção civil eram altas, com um crescimento de 3% previsto. Porém, com a chegada da pandemia, a área responsável por 7% do PIB brasileiro esfriou, gerando preocupações. Felizmente, para diminuir a tensão, a construção civil foi considerada serviço essencial. Sendo assim, o saldo não foi tão negativo ao longo de 2020.

Mesmo com a crise advinda do COVID-19, é importante ressaltar que a queda no volume de vendas no primeiro semestre do ano passado foi bem pequena. Com taxa de -2,2%, foi  considerada até mesmo como sinal de estabilidade. Esse índice foi possível graças a vários fatores: O primeiro deles foi a diminuição da taxa Selic, que chegou a 2%. Isso fez com que os bancos pudessem abaixar os juros do crédito para compra de imóveis pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Os cortes nos juros também proporcionaram um avanço de 74,7% nos financiamentos, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Tal evento corroborou as vendas de casas e apartamentos no setor. Consequentemente, animou os construtores para seguirem com seus projetos.

Outro motivo que impulsionou esse setor em 2020 foram as inovações tecnológicas. Várias empresas começaram a investir em robôs, que aumentaram a eficácia e qualidade das inspeções, além de automatizar tarefas repetitivas na construção. A ideia de colaborar para criar cidades inteligentes e sustentáveis também foi relevante para estimular os empresários. Esse tipo de investimento diminui os custos operacionais em 9% em 1 ano. Além disso, acompanha a nova tendência do mercado, que demanda um negócio mais tecnológico e eco-friendly.;

Com as novidades e a procura por imóveis, a construção civil também precisa cada vez mais de mão de obra especializada. Isso proporciona o crescimento na oferta de empregos. A confirmação desse fato foram as 5,4 mil vagas que foram preenchidas só no ano passado.

Apesar de todas as boas notícias, o custo do material para construções foi um ponto negativo. Só em 2020 houve um aumento de 4,34%, a maior alta desde 2013. E, uma vez os materiais sofrendo com a alta de valores, é preciso cuidado para que o setor da construção não seja prejudicado por inteiro.

Nossa esperança é que 2021 possa ser um ano ainda mais farto. É possível que, com a chegada da vacina, essa área não sofra tanto com imprevisões e baixas no mercado. Nós da Duo ficaremos de olho, para melhor atender nossos clientes do ramo, e para que você se mantenha sempre atualizado. Então, fique antenado em nossas redes para mais informações!

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Publicado por: Somos Duo

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